Masterclass- Isa Nielsen

Masterclass de Guitarra

“Ordem Funcional das Técnicas da Guitarra” – Profa. Isa Nielsen

Neste masterclass vou abordar os tópicos fundamentais para ser um bom guitarrista, e o que aprendi com os meus erros, abordando o lado positivo deles que me deram incentivo a melhorar cada vez mais. Primeiro de tudo, acho importante tocar o estilo que gosta. Como tudo na vida: Não faça o que não gosta; sempre vale aquelas 2 máximas: O dinheiro é consequência do seu trabalho e sorte = esforço + oportunidade. Motivação é paixão, obsessão e esforço

Saúde: fundamental, um instrumentista com músculos fracos não vai muito longe.

Tempo: tem que aprender a administrar, descanso também é importante.

Psicológico: relacionamento humano já é complicado, imaginem lidar com uma equipe? O papel de um guitarrista em uma banda de rock é fundamental, eu não conheço nenhuma banda de rock que não tenha um guitarrista, e sendo assim, em alguns casos o guitarrista chega a ser tão importante quanto o vocalista.

Veja a programação geral da II Semana SLROCK neste link:

https://semanaslrock.wordpress.com/2016/06/24/ii-semana-slrock-programacao/

Profa. Isa Nielsen

Isa

Começou a tocar aos 14 anos, e desde então estudou com vários professores da cena de São Paulo. Aos 19 anos tocou na banda de apoio do programa de TV “Ídolos”. Em 2012 começou a tocar com o Detonator, e participaram de outros programas de televisão, como “Rocka Rolla”, “Dia mundial do rock na MTV”, “VMB da MTV” e “Agora é Tarde”, do Danilo Gentilli. Em 2014 gravou solos para o CD do Detonator, “Metal Folclore”, e lançou seu primeiro single “Synthetic Inoxia”. Em 2015 com a banda Detonator lançou o DVD “Live inSana”, e no mesmo ano fez Workshops na Expomusic junto com Kleber K. Shima. Atualmente é guitarrista das bandas Metalmania de Robertinho de Recife, também é professora de guitarra há 8 anos.

Mesa Redonda – Rock Business

Mesa Redonda – Rock Business

As mesas redondas da II Semana SLROCK acontecerão nas manhãs do evento e contarão com convidados especiais que farão um debate profundo sobre temas pertinentes aos alunos interessados em se desenvolver no gênero Rock. Elas estarão abertas à perguntas e a participação do público de maneira geral a fim de se criar uma atmosfera informal de discussões e de troca de informações.

Rock Business é o tema da mesa redonda do último dia da II Semana SLROCK. Três convidados com experiência no cuidado da carreira profissional irão debater sobre as dificuldades e os desafios que um profissional de música especializado no gênero rock encontra pelo caminho e ainda vão sugerir idéias e mostrar conceitos que ajudarão superar esses desafios.

Data: 17/07/16

Horário 10:00

Local: Auditório do Conservatório e Faculdade Souza Lima

Endereço: Rua José Maria Lisboa, 745

Participantes:

José Luiz Tejon Megido

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Publicitário, jornalista, mestre em arte e cultura pela Universidade Mackenzie. Doutorando em Ciência da Educação pela Universidad de La Empresa, no Uruguai. Eleito palestrante top of mind do ano, pelo Prêmio EstadaoRh.

Trabalha no Grupo do jornal O Estado de S Paulo, desde 1990, onde foi Diretor estatutário e hoje é comentarista da Rede Estadão ESPN. Foi diretor da AGroceres e executivo da Jacto S.A. Tem 27 livros escritos , no Brasil e Portugal.

Administrador com especialização em marketing pela Pace University, Harvard e MIT, nos Estados Unidos. Professor de pós-graduação na FGV e gestor de pós-graduação na ESPM de São Paulo. Especialista em liderança pelo Instituto Insead, na França. Professor da FGV e da ESPM – Sáo Paulo. Vice Presidente do Conselho Cientifico para a Agricultura Sustentável.

É lider e cantor guitarrista da banda Rock4All.

Andre Jung

andré

Tocou percussão durante dois anos, entre 1982 e 1983, com o grupo Sossega Leão de musica caribenha, período no qual, concomitantemente, foi um dos fundadores dos Titãs, grupo com o qual veio a gravar bateria e percussão no seu álbum de estréia, de 1983. Permaneceu com os Titãs até o final de 1984. Nos primeiros dias de 1985 entrou para o Ira!, 45 dias depois entrava em estúdio com o grupo para gravar o álbum “Mudança de Comportamento”. Gravou bateria e percussão em todos os 13 discos da banda, até sua separação em Setembro de 2007.

Durante esse período também veio a gravar três DVDs com o grupo (2001, 2004 e 2007) e excursionou tocando nos mais importantes festivais do Brasil, como: Rock”n Rio, Hollywood Rock, Planeta Atlântida, Ceará Music Fest, Festival de Verão de Salvador e Pop Rock BH.

Em 1988, como produtor, realizou o primeiro álbum de um artista do Hip Hop brasileiro; “Pergunte A Quem Conhece” de Thaíde e DJ Hum, dois anos depois produziu “Hip Hop Na Veia” o segundo álbum da dupla.

Sua carreira de produtor musical conta com dois “Meus Premios Nick” (do canal Nickelodeon) de “revelação do ano”  para os primeiros álbuns dos Stevens e de Manu Gavassi.

Em 2008 criou o projeto “Urban ToTem” , para o qual produziu, gravou e lançou CD homônimo.

Gravou bateria e percussão com vários artistas brasileiros como: “Akira S e as Garotas Que Erraram”, “Nasi e os Irmãos do Blues”, “G.U.E.T.O”, “Nação Zumbi”, “Edgard Scandurra”, “Stevens”, Thomas Jay”, etc . . .

Desde 2001 a fábrica de baquetas C.Ibañez produz um modelo com seu nome.

Atuou durante 20111/2012 em grupo “F.A.U.T – El Futuro Antigo y los UltimoTipoz” capitaneado por João Gordo (Ratos de Porão).

Em 2012 fez a direção musical e atuou como baterista do show comemorativo de 30 Anos da Banda Performática de José Roberto Aguilar, realizado no Auditório do Ibirapuera, S.Paulo.

Permanece atuando na Banda Perfomática, como baterista, vocalista e diretor musical.

Com Aguilar e Ricardo Villas Boas criaram o grupo “Os Desconstrutores”, com o qual tem realizado apresentações em museus e galerias.

Em 2015 coordenou o “Percussion Show”, evento de quatro dias, realizado no Parque do Ibirapuera, com exposição e clínicas no Pavilhão da Bienal e espetáculos na Praça de Eventos.

Ciro Visconti

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É bacharel em guitarra formado pela Faculdade Carlos Gomes, mestre em Processos de Criação Musical pela ECA/USP e doutorando na área de Teoria e Análise Musical, também na ECA/USP.

É guitarrista da banda Diafanes que, em 12 anos de carreira, já lançou 3 álbuns – See Though, Obviously Clear e Ave – e fez 5 turnês pelos EUA tocando em diversos estados e em grandes festivais como o SXSW e Cherry Blossom Festival.

Participa do Duo Elétrico, formado com a cantora Lu Andrade (ex-Rouge) com um repertório de releituras de clássicos de Rock. O Duo se apresenta regularmente em diversas cidades brasileiras.

Também é guitarrista das bandas Purpendicular, Bendito Fruto e Rock4ALL.

É coordenador pedagógico e professor do Conservatório Souza Lima (curso livre e técnico) onde além de Guitarra, leciona as disciplinas de Teoria Musical, Harmonia, Contraponto e Prática de Bandas. Na mesma instituição leciona no curso de Pós- Graduação da Faculdade Souza Lima as disciplinas Contraponto aplicado à Música Popular e Teoria Pós-Tonal.

É colaborador da Revista Guitar Player pela qual já publicou dezenas de matérias e transcrições.

É autor de dois livros, Guitar Player Brasil – Série Estudo (2011, atualmente na terceira edição) pela Melody Editora e Simetria nos Estudos Para Violão de Villa-Lobos (2016) pela Paco Edições.

Masterclass – Ximba Uchyama

Masterclass de Baixo

Groove e Improviso – Prof. Ximba Uchyama

Estudamos escalas, arpejos, técnica, etc, mas a aplicação nem sempre é algo simples. Vamos conversar e discutir sobre música, mas principalmente sobre o que pensar sobre esses elementos para conseguirmos fazer música.

Veja a programação geral da II Semana SLROCK neste link:

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 Prof. Ximba Uchyama
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Contrabaixista, natural de São Paulo, SP, profissional a quase 30 anos, estudou na Escola Municipal de Música (EMM) de 81 à 85, e de 2000 à 04, com os professores Mário Valério Záccaro, Naomi Munakata, Dante Cavalheiro Filho, e contrabaixo acústico com Marco Antônio Bruccoli e Max Ebert Filho. Estudou improvisação com Roberto Sion (83) e David Richards (98).

Bacharel em música pela Faculdade de Música Souza Lima/Berklee.

Tem influências de música brasileira e jazz, muito ligado à área didática, ministrando aulas, cursos, masterclasses, workshops por todo Brasil.

Como sideman tocou/gravou com Zé Rodrix, Fafá de Belém, Vanessa Jackson, Matogrosso e Matias, Marco Camargo, Laura Finocchiaro, Karin Hils, entre outros.

Atua intensamente no mercado de música instrumental paulista.

Toca desde 94 com o guitarrista Faiska.

Integra o trio “Três de Paus”, juntamente com o tecladista Bruno Alves e o baterista Douglas Las Casas, com 3 CDs gravados: “Caruso/Las Casas/Willcox” (01), “Preto de Cabelo Branco” (04) e Três de Paus playing Airto Moreira (10), e 2 DVDs “Três de Paus ao Vivo” (07) e Três de Paus Playing Airto Moreira”(10).

Frequentemente se apresenta em festivais, como o Baiacool Jazz Festival, Garanhuns Jazz Festival, Cascavel Jazz Festival, Festival de Jazz Sesc São Gonçalo, Maringá Jazz Festival.

É colunista da revista Bass Player.

Ministra aulas particulares e cursos em estúdio próprio e no Conservatório e Faculdade Souza Lima, onde está a 25 anos.

Palestra – Wesley Caesar

Origens e surgimento do Rock no mundo Contemporâneo – Prof. Wesley Caesar

O surgimento de um gênero musical que emergiu num século de conceitos paradoxais e confrontos culturais, podendo ser vislumbrado num momento cíclico importante dentro da história da música ocidental.

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Prof. Wesley Caesar

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Wesley “Lély” Caesar começou atuando na cena do rock brasileiro em 1972 como cantor e guitarrista. Paralelamente dedicou-se ao Violão Erudito. Atuou como músico de grupos e cantores(as) nas décadas de 1980 e 90. Ensina Guitarra e Violão desde 1981. Fundou e Coordenou o primeiro IGT em São Paulo em 1987. Foi produtor musical na Warner music em 1995. É professor do Souza Lima desde 1997. É autor de vários vídeos-aula e livros didáticos para guitarra. É colunista da revista Guitar Player.

Palestra – Silvio Moreira

O rock e a música popular urbana – Prof. Silvio Moreira

Para um estudo musicológico do rock é necessário especificar o fenômeno musical devido ao gênero em questão. Todavia, a origem desta conceituação de gênero se desenvolveu da classificação da música erudita européia, mais precisamente ao nascimento da historiografia musical no século XIX, refletindo prioritariamente sobre a variedade musical do século XVIII, cuja preocupação exclusiva foi verificar se o processo histórico que dele se seguiu se desviava ou não das formas clássicas então estabelecidas. Os períodos anteriores ao classicismo interessavam somente naquilo que iluminava a elaboração dos modelos clássicos, e ainda que todas as vanguardas rivalizassem de uma maneira ou de outra com estes modelos, a relação de contraste exige necessariamente estabelecer ordenadamente o paradigma daquilo que contrasta.

Este pano de fundo justifica parte da dificuldade da musicologia quando a mesma compreendeu o estudo da música popular. Esta designação foi genericamente posta em contraste ao erudito, mas dado que inúmeras danças consideradas populares construíram as partes da música barroca na ante-sala das formas clássicas, à medida que a musicologia se aprofundou neste problema, tal designação perdeu gradativamente a força de oferecer um critério geral para distinguir os gêneros musicais. A complexidade aumenta em meados do século XX quando a musicologia oferece as primeiras descrições de fenômenos musicais tipificados como folclore. Nas ciências humanas, esta nova delimitação é tão revolucionária que Florestan Fernandes propõe o estudo do folclore em separado da história, da sociologia e até mesmo da antropologia. Em sua pesquisa musicológica, o Dr. Paulo Castagna da Unesp estabelece uma distinção a partir da causa final do objeto musical. Dessa forma, ele consegue dividir com absoluta precisão a produção musical ocidental em dois grupos, o da música tradicional e o da música profissional. Esta divisão concentrada nos fins necessita um complemento para delimitar melhor a forma específica da música popular enquanto produção urbana. Portanto é necessário delimitar antes a noção de urbanidade na música popular, a fim de se compreender o Rock como um de seus gêneros. Ao realizar esta delimitação, uma série de recursos provenientes das formas clássicas se disponibiliza, mas reordenados pela forma breve da música popular urbana, do Rock em particular. Isto não é tão surpreendente caso se leve em conta dois aspectos. Primeiramente, o Rock é um gênero da música ocidental, assim como aqueles do classicismo europeu. Em segundo lugar, mesmo o classicismo bebeu das danças em voga na Europa a partir do Renascimento, e elas representavam a música popular deste período.

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Prof. Silvio Moreira

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Graduado em Psicologia (1998), mestre em Filosofia e doutorando em estética pela FFLCH-USP. Atualmente é professor visitante da pós-graduação em Música Popular da Faculdade de Música Souza Lima e professor de estética e hist[oria da m[usica no conservatório filiado à mesma instituição, além de conselheiro fiscal do Instituto Luiz Gama. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Metodologia, Fenomenologia e Estética, e na área de Psicologia, com ênfase em Psicanálise.

Masterclass – Daniella Alcarpe

Masterclass de Canto

O canto e a respiração – Profa. Daniella Alcarpe

Neste masterclass será abordado a importância do estudo da respiração para o cantor. Através de uma abordagem prática, utilizaremos exercícios de respiração, onde observaremos a influência desta consciência e deste treinamento na produção da voz, na duração das frases musicais e no relaxamento da região da laringe.

Objetivo: 

Contribuir com uma visão mais integrada do uso da voz no canto, independente do estilo escolhido pelo cantor.

Conteúdo:

• Fisiologia da voz e da respiração– conceitos, imagens, funcionamento;

• Postura e relaxamento – como a postura e o relaxamento influenciam na

produção da voz;

• Exercícios de respiração – apoio respiratório;

• Exercícios de respiração com movimentos corporais.

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Profa. Daniella Alcarpe

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Formada em Música, premiada em diversos festivais e recentemente pós-graduada em “Canção Popular”, pela Faculdade Santa Marcelina. Daniella leciona canto popular há 17 anos e é professora do Conservatório Souza Lima desde 2007.

Daniella há anos pesquisa o nosso cancioneiro, numa carreira dedicada a cantar o que há de mais brasileiro na música popular brasileira.

Foi assim com o primeiro CD, que trouxe vários ritmos tradicionais do nosso Brasil. É assim com o segundo CD, “O Tempo Salta” em que Daniella reúne músicas consagradas e composições inéditas mostrando, com sua seleção, que por mais que o tempo salte, a beleza da tradição da nossa música popular está viva e vai muito bem, renascendo todos os dias no coração de novos compositores ou daqueles já admirados pelo público.

Palestra – Martin Lazarov

Rock History – reflexões sobre processo composicional e adaptações orquestrais de músicas de  Rock em função específica do estilo, problemas da escrita entre instrumentos específicos da orquestra sinfônica e power trio/quarteto. Prof. Martin Lazarov

Nos dias atuais cada vez mais sentimos a presença de estilo Rock nas salas de concerto. Formações variam entre grupos de câmaras, bandas sinfônicas, corais e orquestras completas com ou sem presença da seção rítmica. A necessidade de conhecer problemas e especificações de cada estilo e fundamental para conclusão de um trabalho notável e bem aceito pelo publico em geral.

Martin Lazarov é co-idealisador, arranjador e maestro da primeira Orquestra Sinfônica Rock do Brasil que ja teve como convidados especiais varias  bandas do cenário do Rock Nacional como: Skank, Jota Quest, Titãs, Frejat, IRA!, Blitz, Lulu Santos, RPM entre outros.

Veja a programação geral da II Semana SLROCK neste link:

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Prof. Martin Lazarov

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Martin Borislavov Lazarov é bulgaro naturalizado Brasileiro, nasceu na cidade de Plovdiv Bulgaria. Iniciou seus estudos musicais em piano e teoria e obteve sua graduação com nota máxima na “Academia Nacional de Musica” de Sofia na classe de oboé. Concluiu mestrado na área de interpretação em Sofia e Artist Diplom Program em Pitsburgh, USA. Como arranjador e compositor possui obras para grupos de câmara, bandas sinfônicas, orquestras e grupos de Jazz. Sua pesquisa composicional é baseada em ritmos compostos e assimétricos, com forte influencia do folclore da Europa Oriental. Em parceria com Universidade Anhembi-Morumbi lançou o CD Paneuritmia do Mestre Beinsa DUno. Participou de vários gravações de CDs e DVDs de MPB e Gospel. Apresentou se ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonte, Cesar Camargo Mariano, Diana Schuur, Richard Galiano, NY Jazz Collective entre outros. É co-fundador e idelizador da primeira Rock Orquestra no Brasil.

Atualmente e músico da Banda Sinfonica do Estado de SP, musico do CIDDIC – nucleo de pesquisa musical da Unicamp, membro do Quinteto de madeiras da BSESP,  Balkan Neo Ensemble – grupo exclusivo de musica Folclórica da Península Balcanica e tb maestro, arranjador e co-diretor artistico da Rock Orquestra Arte do Bem.